Matemátic@ Sempre...
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
Teorema de pitágoras - mapa conceitual
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terça-feira, 9 de novembro de 2010
Material para trabalhar o "Teorema de Pitágoras"
Olá a todos,
Segue abaixo um ótimo material para auxiliar nas aulas de matemática, no estudo do Teorema de Pitágoras.
Para ver basta clicar em:
Segue abaixo um ótimo material para auxiliar nas aulas de matemática, no estudo do Teorema de Pitágoras.
Para ver basta clicar em:
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
História da matemática
Olá pessoal,
Encontrei no youtube esse vídeo sobre a história da matemática.
Achei bem interresante, vale a pena assistir.
Encontrei no youtube esse vídeo sobre a história da matemática.
Achei bem interresante, vale a pena assistir.
terça-feira, 2 de novembro de 2010
A história dos números naturais e o estado do zero
Os números naturais tiveram suas origens nas palavras utilizadas para a contagem de objetos, começando com o número dois, e daí por diante. Uma abstração seguinte foi identificar o número um.
O avanço seguinte na abstração foi o uso de numerais para representar os números. Isto permitiu o desenvolvimento de sistemas para o armazenamento de grandes números. Por exemplo, os babilônicos desenvolveram um poderoso sistema de atribuição de valor baseado essencialmente nos numerais de 1 a 10. Os egípcios antigos possuiam um sistema de numerais com hieróglifos distintos para 1, 10, e todas as potências de 10 até um milhão. Uma gravação em pedra encontrada em Karnak, datando de cerca de 1500 a.C. e atualmente no Louvre, em Paris, representa 276 como 2 centenas, 7 dezenas e 6 unidades; e uma representação similar para o número 4 622.
Um avanço muito posterior na abstração foi o desenvolvimento da idéia do zero como um número com seu próprio numeral. Um dígito zero tem sido utilizado como notação de posição desde cerca de 700 a.C. pelos babilônicos, porém ele nunca foi utilizado como elemento final. Os Olmecas e a civilização maia utilizaram o zero como um número separado desde o século I a. C., aparentemente desenvolvido independentemente, porém seu uso não se difundiu na Mesoamérica. O conceito da forma como ele é utilizado atualmente se originou com o matemático indiano Brahmagupta em 628. Contudo, o zero foi utilizado como um número por todos os computus (calculadoras da idade média) começando com Dionysius Exiguus em 525, porém no geral nenhum numeral romano foi utilizado para escrevê-lo. Ao invés disto, a palavra latina para "nenhum", "nullae", foi empregada.
O primeiro estudo esquemático dos números como abstração (ou seja, como entidades abstratas) é comumente atribuído aos filósofos gregos Pitágoras e Arquimedes. Entretanto, estudos independentes também ocorreram por volta do mesmo período na Índia, China, e Mesoamérica.
No século XIX, uma definição do conjunto teórico dos números naturais foi desenvolvida. Com esta definição, era mais conveniente incluir o zero (correspondente ao conjunto vazio) como um número natural. Esta convenção é seguida pelos teorizadores de conjuntos, logicistas, e cientistas da computação. Outros matemáticos, principalmente os teorizadores dos números, comumente preferem seguir a tradição antiga e excluir o zero dos números naturais.
Uma construção consistente do Conjunto dos Números Naturais foi desenvolvida no século XIX por Giuseppe Peano. Essa construção, comumente chamada de Axiomas de Peano, é uma estrutura simples e elegante, servindo como um bom exemplo, de construção de conjuntos numéricos.
Fonte:http://pt.wikipedia.org/wiki/N%C3%BAmero_natural#A_hist.C3.B3ria_dos_n.C3.BAmeros_naturais_e_o_estado_do_zero
Fonte:http://pt.wikipedia.org/wiki/N%C3%BAmero_natural#A_hist.C3.B3ria_dos_n.C3.BAmeros_naturais_e_o_estado_do_zero
Grande Matemático - DESCARTES
Amante da Filosofia e intelectual é de uma família francesa nobre, foi o segundo na família de dois filhos e uma filha.
Descartes, com um ano de idade, perdeu a mãe, Jeanne Brochard, por complicações de seu terceiro parto, foi criado pela avó e por uma babá à qual ele depois pagou uma pensão até morrer.
Seu pai casou novamente, mas não se distanciou.
Foi amigo dos maiores sábios da época como Faulhaber, Desargues e Mersenne e é considerado o "Pai da Filosofia Moderna".
Em 1637, ele escreveu o Discurso do método onde expõe sua teoria de que o universo era todo feito de matéria em movimento e qualquer fenômeno poderia ser explicado através das forças exercidas pela matéria contígua. Esta teoria só foi superada pelo raciocínio matemático de Newton.
Descartes estudou em La Fleche por quase dez anos, até 1614.
Foi uma criança e um adolescente frágil, passando a ter boa saúde só depois dos vinte anos.
Na escola, um tanto desinteressado dos estudos e muito inclinado a "meditar", tinha por desculpa sua saúde para permanecer na cama até tarde, um hábito que manteve mesmo depois de adulto, e que só no último ano de sua vida foi obrigado a mudar, modificação que lhe foi fatal. Apesar das aulas perdidas todas as manhãs, era inteligente o bastante para acompanhar o curso e concluí-lo sem maiores dificuldades.
As disciplinas eram designadas genericamente por "filosofia", contendo física, lógica, metafísica e moral; e "filosofia aplicada", que compreendia medicina e jurisprudência, e também estudou matemática através dos manuais didáticos do monge Clavius, matemático jesuíta que algumas décadas antes havia criado o Calendário Gragoriano.
Disse mais tarde que, embora admirasse a disciplina e a educação recebida dos jesuítas em La Fleche, o ensino propriamente era fútil e desinteressante, sem fundamentos racionalmente satisfatórios, e que somente na matemática havia encontrado algum atrativo.
Era muito religioso e conservou a fé católica até morrer.
A sua fascinação pelas ciências matemáticas ganhou ímpeto por seu conhecimento casual seguido de amizade com o duque filosofo, doutor e físico Isaac Beeckman.
Descartes, com um ano de idade, perdeu a mãe, Jeanne Brochard, por complicações de seu terceiro parto, foi criado pela avó e por uma babá à qual ele depois pagou uma pensão até morrer.
Seu pai casou novamente, mas não se distanciou.
Foi amigo dos maiores sábios da época como Faulhaber, Desargues e Mersenne e é considerado o "Pai da Filosofia Moderna".
Em 1637, ele escreveu o Discurso do método onde expõe sua teoria de que o universo era todo feito de matéria em movimento e qualquer fenômeno poderia ser explicado através das forças exercidas pela matéria contígua. Esta teoria só foi superada pelo raciocínio matemático de Newton.
Descartes estudou em La Fleche por quase dez anos, até 1614.
Foi uma criança e um adolescente frágil, passando a ter boa saúde só depois dos vinte anos.
Na escola, um tanto desinteressado dos estudos e muito inclinado a "meditar", tinha por desculpa sua saúde para permanecer na cama até tarde, um hábito que manteve mesmo depois de adulto, e que só no último ano de sua vida foi obrigado a mudar, modificação que lhe foi fatal. Apesar das aulas perdidas todas as manhãs, era inteligente o bastante para acompanhar o curso e concluí-lo sem maiores dificuldades.
As disciplinas eram designadas genericamente por "filosofia", contendo física, lógica, metafísica e moral; e "filosofia aplicada", que compreendia medicina e jurisprudência, e também estudou matemática através dos manuais didáticos do monge Clavius, matemático jesuíta que algumas décadas antes havia criado o Calendário Gragoriano.
Disse mais tarde que, embora admirasse a disciplina e a educação recebida dos jesuítas em La Fleche, o ensino propriamente era fútil e desinteressante, sem fundamentos racionalmente satisfatórios, e que somente na matemática havia encontrado algum atrativo.
Era muito religioso e conservou a fé católica até morrer.
A sua fascinação pelas ciências matemáticas ganhou ímpeto por seu conhecimento casual seguido de amizade com o duque filosofo, doutor e físico Isaac Beeckman.
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